Quando falamos em alinhamento de rodas, entendemos que a roda pode estar desalinhada para ângulos diferenciados como: DIVERGÊNCIA, CONVERGÊNCIA, CASTER E CAMBER.

Qualquer desses procedimentos deve ser feitos a cada 10 mil km ou quando percebemos quaisquer anomalias como: trepidações ou volante puxando para um determinado lado.

Vamos simplificar para você saber em qual dos ângulos se enquadra seu veículo:

DIVERGÊNCIA E CONVERGÊNCIA: A função dele é “direcionar” o grau de abertura e fechamento das rodas.

O veículo desalinhado pode causar desgaste precoce dos pneus, consumo excessivo de combustível, instabilidade nas curvas.

CASTER: De um modo simples é o ângulo de inclinação da suspensão da roda com relação a carroceria do veiculo. Pode ser negativo (para frente) ou positivo (para trás) e é responsável por proporcionar a estabilidade direcional do veículo.

As consequências de um Caster fora das especificações são:

  • Diminuição da estabilidade direcional em alta velocidade;
  • Aumento do esforço direcional requerido em baixa velocidade (dificuldade para esterçar o veiculo);
  • Tendências no veículo de “puxar” para um dos lados e pode causar problemas em frenagens violentas.

CAMBAGEM:   É o ângulo de inclinação da roda, em relação ao solo. Cada veículo tem um ângulo de cambagem específico, podendo ser de ângulo negativo, positivo ou zero.

A cambagem fora de especificação provoca desgaste anormal da banda de rodagem e do ombro do pneu. Quando a cambagem é excessivamente positiva, afeta a parte externa do pneu e, quando excessivamente negativa, a parte interna.

BALANCEAMENTO: O balanceamento visa equilibrar (compensar) o conjunto pneu e roda com contrapesos de chumbo. Sua função é melhorar a dirigibilidade e otimizar a estabilidade do veículo.

Rodas desbalanceadas provocam: Trepidação ao dirigir e desgaste precoce dos pneus; Desgaste prematuro dos rolamentos, amortecedores e demais componentes da suspensão.